Dividindo para Conquistar: microserviços com o jeitinho .NET

A utilização de microserviços cresceu muito em 2014. Eles ajudam a separar responsabilidades e manter o foco em grandes equipes. Nessa palestra será mostrado um exemplo prático de como utilizamos microserviços no Superplayer. Desde o projeto inicial, passando pelo seu desenvolvimento utilizando NancyFX, até a sua utilização e melhorias em produção. Quais vantagens e desvantagens na sua utilização e o futuro que vemos para este modelo.

Trechos dos arquivos fontes: https://github.com/calielc/TDC2015-Microservices.net

Playlist com Youtubil

O Youtube fornece uma API para tratar os videos e playlists em HTML. Para usa-la basta fazer duas coisinhas.
No html:

<div id="ytplayer" class="embed"></div>

No Javascript:

    window.onYouTubePlayerAPIReady = function () {
        var lastState;
        var playlistPaused;
        var onStateChange = function (event) {
            if (event.data === YT.PlayerState.PLAYING) {
                console.log('video tocando.');
            } else if (event.data === YT.PlayerState.PAUSED) {
                console.log('video pausado');
            } else if (event.data === YT.PlayerState.ENDED) {
                console.log('video finalizado');
            }
        };

        var player = new YT.Player('ytplayer', {
            height: '560',
            width: '315',
            playerVars: {
                listType: 'playlist',
                list: 'PLGfdhjYdO0ECtwQ_BdEI8aVyywzK40B97',
                'fs': 1,
                'iv_load_policy': 3,
                'controls': 1,
                'rel': 0,
                'showinfo': 0
            },
            events: {
                "onStateChange": onStateChange
            }
        });
    };

Barbada!!!!

Agile Games, Team Building Games, IceBreakers, WarmUps

Publicado originalmente em Jorge Horácio "Kotick" Audy:

Jogos não são só para lazer, eles também são para lazer, mas são muito mais que isso. Jogos tem a missão de aproximar, de levantar e baixar barreiras. Servem para ensinar, aprender, para fixar, focar ou amplificar, deveriam ser mais usados nas empresas, mas muitas empresas veem funcionários como pessoas que estão ali para trabalhar, não para se conhecerem, menos ainda se divertir, isto seria perda de tempo (de trabalho).

S2BA-4

Muito antes e além do livro Gamestorming dos autores Dave Gray, Sunni Brown, James Macanufo, empresas visionárias já utilizavam jogos para incentivar a produtividade, promover desbloqueios criativos e a inovação e quebrar a rotina. Este post NÃO é sobre mesas de pebolim, sinuca, um PS ou xBox em salas de descompressão, essa é apenas a pontinha do iceberg.

Quem acredita nesta abordagem já ouviu e entende o conceito de aprendizado vicário, o quanto um jogo bem conduzido pode desenvolver senso de time…

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