Agile Games, Team Building Games, IceBreakers, WarmUps

Jorge Horácio "Kotick" Audy

Jogos não são só para lazer, eles também são para lazer, mas são muito mais que isso. Jogos tem a missão de aproximar, de levantar e baixar barreiras. Servem para ensinar, aprender, para fixar, focar ou amplificar, deveriam ser mais usados nas empresas, mas muitas empresas veem funcionários como pessoas que estão ali para trabalhar, não para se conhecerem, menos ainda se divertir, isto seria perda de tempo (de trabalho).

S2BA-4

Muito antes e além do livro Gamestorming dos autores Dave Gray, Sunni Brown, James Macanufo, empresas visionárias já utilizavam jogos para incentivar a produtividade, promover desbloqueios criativos e a inovação e quebrar a rotina. Este post NÃO é sobre mesas de pebolim, sinuca, um PS ou xBox em salas de descompressão, essa é apenas a pontinha do iceberg.

Quem acredita nesta abordagem já ouviu e entende o conceito de aprendizado vicário, o quanto um jogo bem conduzido pode desenvolver senso de time…

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II GUMA AGILE GAMES NIGHT

Uma noite dedicada a realização de Agile Games e jogos destinados ao trabalho em equipe, estratégia e energização, jogos orientados aos princípios ágeis, onde o trabalho coletivo destaca-se ao individual.

Construindo Cidades, Bamboo Challenge e Scrumia acontecerão em diferentes pontos e sedes de empresas do TecnoPUC em competições entre equipes, com premiações simbólicas às três equipes melhor colocadas.

Executando tarefas

Estava lembrando de alguns sites que utilizei para fazer controle de projetos, lembrei de alguns:

  • TargetProcess:  http://www.targetprocess.com
  • Acunote: http://www.acunote.com/
  • Jira: https://www.atlassian.com/software/jira
  • Lean Kit: http://leankit.com/

Acho todos maneiros, cada um com sua própria característica, mas gosto bastante do Acunote, ele é simples e fácil de usar.

UX, ciência comprovada pela psicologia

Já comentei que fui no evento de 10 anos do Guma (https://blog.calielcosta.com/tag/guma). A minha quarta palestra foi com Thiago Esser (http://locomotivo.com.br/sobre/) sobre Open Space User eXperience.

Foi um Fishbowl bem descontraído sobre experiência com o usuário. Em resumo, o profissional de UX é o cara responsável por garantir que a experiência do usuário seja a melhor possível dentro de um sistema. Para isso ele utiliza diversas técnicas. É muito mais que um simples designer de UI.

Experiência do usuário não é uma ciência exata e não pode se guiar apenas por dados quantitativos, às vezes tem que seguir o feeling.

Profissão que só tende a crescer.

 

Canvas dos Problemas

Já comentei que fui no evento de 10 anos do Guma (https://blog.calielcosta.com/tag/guma). A terceira palestra foi com Jorge Audy (jorgekotickaudy.wordpress.com) sobre Managing Dojo.

Managing Doje é uma criação do Manuel Pimental (https://twitter.com/manoelp) é ajuda na resolução de problema. A dinâmica que realizamos com o Audy foi bem bacana, começou com a criação de um canvas.

CanvasNesse canvas são colocados:

  • Problema: objeto de análise que será discutido
  • Fatos: verdades e teorias comprovadas
  • Ideias: possíveis soluções para o problema
  • Hipóteses: maneiras de resolver o problema
  • Métricas: como será medido se o problema foi resolvido através das hipóteses

Nos juntamos em grupo e cada grupo escolheu um problema e aplicou a dinâmica. O grupo onde eu estava escolheu o problema: “Como diminuir a quantidade de funcionalidades de um sistema”.

A dinâmica foi muito interessante!!!

 

 

RH 3.0

Já comentei que fui no evento de 10 anos do Guma (https://blog.calielcosta.com/tag/guma). A segunda palestra foi com Marcos Garrido (http://www.knowledge21.com.br/quem-somos/marcos-garrido/) sobre Management 3.0.

A visão moderna sobre o gerenciamento (facilitação) de pessoas me pareceu muito legal também. O que mais me chamou a atenção foi o CHAMPFROGS, que são os 10 desejos intrínsecos que motivam uma pessoa.

  • Curiosidade – a pessoa precisa experimentar coisas novas, tentar coisas diferentes, se não ficam desmotivadas.
  • Honra – Lealdade, Integridade, Orgulho. Compartilhar valores com um grupo.
  • Aceitação – Precisa de aceitação. Precisa ser aceito sem esconder a personalidade. Ela se sentirá desmotivada se não souber que o time gosta dela.
  • Maestria ou Domínio – Pessoas que precisam enfrentar desafios. Precisam mostrar que sabem.
  • Poder – Pessoas que gostam de influenciar, pessoa que gostam de ser ouvidas, que tem voz ativa
  • Liberdade – Tomar suas próprias decisões. Fazer seu trabalho sem precisar de consenso o tempo todo.
  • Relacionamentos – Ter bons relacionamentos com colegas, podendo contar com eles como amigos.
  • Ordem – Gostam de ter previsibilidade e estabilidade. Necessidade de ambientes estáveis.
  • Objetivo – Pessoas motivadas pelo objetivo, pelo propósito, pela necessidade de propósito. Trabalha por algo maior que si mesma. Precisam sentir que seu trabalho faz diferença nas pessoas.
  • Status – Pessoa que tem necessidade do prestígio social. Gosta de ter privilégios especiais, recompensas, títulos.

Enumerei eles de acordo com a minha vida:

  1. Objetivo
  2. Curiosidade
  3. Liberdade
  4. Maestria
  5. Aceitação
  6. Relacionamentos
  7. Ordem
  8. Status
  9. Honra
  10. Poder

 

Achei um material básico sobre o assunto em http://tableless.com.br/anotacoes-sobre-management-3-0/

Contatos Imediatos com Ruby

No último 4 e 5 de abril aconteceu o evento de celebração dos 10 anos do Guma RS. Só consegui ir no sábado mas a primeira palestra começou bem.

Foi um Coding Dojo de Ruby com Miguel Grazziotin (http://miguelgraz.com/) fizemos o algoritmo de FizzBuzz (https://github.com/miguelgraz/guma10anos). Meu primeiro contato com a linguagem Ruby e achei ela bem simples, fácil de aprender e poderosa.

Foi procurar saber mais sobre esse Rubi.