Só no walkman

Outro integração que tive que fazer foi postar qual música a pessoa está ouvindo naquele momento. Para isso existe o Open Graph (vou falar nele em breve), mas segue o material base:
https://developers.facebook.com/docs/reference/opengraph/

Para postar no feed de atividades uma música utilizei a documentação de https://developers.facebook.com/docs/reference/opengraph/action-type/music.playlists. Tirando o fato da documentação javascript estar meio errada, consegui fazer o post com:

FB.api(
    "/me/music.playlists",
    "POST",
    {
        "playlist": "https://www.superplayer.fm/musicas-para-acordar-com-calma"
    },
    function (response) {
      if (response && !response.error) {
      }
    }
);

Para isso funcionar corretamente é necessário colocar as metatags do opengraph no head da página de destino:

<meta property="fb:app_id" content="???">
<meta property="og:site_name" content="??">
<meta property='og:url' content='??'>
<meta property='og:type' content='music.playlist'>
<meta property='og:title' content='??'>
<meta property='og:description' content='???'>
<meta property='og:image' content='???'>

Importante:
A parte mais importante disso é realizar a submissão do app para aprovação.A permissão necessário é publish_action e listen.

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Falando por alguém

Integrações com redes sociais são cada vez mais necessárias. Recententemente fiz uma com o Facebook.

Postando no feed da pessoa que autorizou o aplicativo  Material original em https://developers.facebook.com/docs/graph-api/reference/v2.0/user/feed

Implementei o seguinte código:

FB.api(
    "/me/feed",
    "POST",
    {
        message: "Estou postanto em nome da pessoa",
        link: 'http://calielcosta.com',
        name: "nome do link",
        description: "descrição do link"
        privacy: {
            value: 'EVERYONE'
        },
        actions: [
            {
                name: "Sobre",
                link: "http://calielcosta.com/about/",
            },
        ],
    },
    function (response) {
        if (response && response.error) {
            console.error(JSON.stringify(response.error));
        }
    }
);

Importante:
É necessário que o usuário tenha liberado a permissão publish_action para realizar a publicação de ações em seu nome.

O aguarde que deu errado

Me passaram uma reportagem bem interessante. Uma pesquisa com usuários de iOS validou o ícone de aguarde do app do Facebook.

Foi comparada a percepção dos usuários na tela inicial do aplicativo frente a dois ícones:

  • quadrado (padrão do aplicativo)
  • o circular (padrão do sistema operacional)

O resultado foi que ao apresentar o ícone quadrado a “culpa” pela demora no carregamento era do próprio app, enquanto que frente ao ícone redondo, a culpa era do sistema operacional.

Pra mim fez sentido.

A matéria original está em: http://arquiteturadeinformacao.com/user-experience/a-culpa-nao-e-do-aplicativo-e-do-sistema-operacional/

O comando certo no lugar certo

Essa semana aconteceu uma daquelas coisas muito irritantes. Ao liberar, em produção, uma nova versão do sistema a autenticação com o Facebook não estava funcionando. E não posso dizer que foi falta de teste, havia sido bem verificado.

Durante umas 3 horas eu mexi em todas as configurações possíveis e impossíveis, tanto no app do Facebook, quanto no IIS e nada. Com as configurações do ambiente de desenvolvimento funcionava perfeitamente.

Depois de algumas trocas de ideias eu fui olhar no código fonte em C#, revira daqui e dali e acho uma classe que não sabia que existia (feita por um outro colega) e começo a depura-lá.

O código da classe não parecia ter sido feito pelo meu colega, procurei na internet e achei um código bem parecido (http://social.msdn.microsoft.com/Forums/en-US/7ef9a2b0-c150-458e-9980-d1254837d0dd/aspnet-mvc-facebook-login-returns-wrong-url), porem com uma leve diferença no método GetHtml.

Para encurtar a história, quando a URL para o Facebook era montada (http://endeco.com.br:80/LoginFacebook) a porta 80 gerava um bug em algum lugar na API do próprio Facebook. Logo o comando

.Replace("%3a80", "")

retirava a anomalia e o código funcionou perfeito.

No ambiente de testes funcionava correto pois o endereço era http://localhost:52576, uma porta qualquer.

MALDIÇÃO!!!!!!!

A velocidade de repercussão de uma frase

Com a disseminação dos computadores e do acesso à internet, as redes sociais estão cada vez mais presentes no dia a dia das pessoas. A fronteira de conhecer uma pessoa ou concordar com as suas ideias não está mais limitada à localização geográfica, por exemplo, uma pessoa do Brasil pode ter suas ideias rapidamente propagadas pela Ásia, através de um de seus seguidores do Twitter ou amigo do Facebook. Não só as pessoas compartilham suas fotos ou o que estão fazendo naquele momento; mas as organizações também estão inseridas nesse mundo apresentando sua marca.

Quando alguém elogia ou reclama de um produto fornecido pela empresa, instantaneamente seus amigos ficam sabendo e qualquer outra pessoa pode consultar e fazer uso disso. As empresas estão vendo essa propagação rápida da informação como uma oportunidade para melhorar seus serviços, além de conseguirem trazer novos clientes e não perdendo outros. Quando um cliente está insatisfeito, ele pode ser diretamente atendido, visando solucionar seu problema mais rápido.

Neste artigo apresenta-se argumentos para a utilização das redes sociais pelas organizações.

Com a Web 2.0, a referência de amigos para um produto passou a ser a postagem em um blog ou a discussão em um fórum de vários desconhecidos, sendo assim uma menção positiva pode ampliar o alcance da marca, conforme Torres. Medeiros cita a empresa Adams, por causa de uma grande mobilização feita na internet, decidiu por recolocar no mercado o seu sabor de Halls Uva Verde, juntamente com uma grande campanha de marketing onde quatro pessoas que solicitam a volta do sabor foram homenageados com seu busto feito da bala.

O mesmo ocorre com reclamações, conforme Torres e Salustiano, onde o monitoramento pode criar contornos e saídas, evitando que “bolas de neve” sejam criadas. Pode-se citar o caso ocorrido com a Telefonica que teve de suspender a venda de novas assinaturas após um grande número reclamações nas redes sociais.

Para Mendes “a marca é o que dizem e não o que o marketing determina” sendo assim, profissionais de marketing podem analisar quais palavras são mais mencionadas pelos clientes e concorrentes e através de técnicas de SEO utilizadas pelos mecanismos de busca (Google e Bing, por exemplo) levar novos clientes a utilizarem a marca. A utilização de tags em anúncios objetiva atingir um público mais seleto e com mais interesse na compra da ideia.

Salustiano comenta que no Brasil, a maioria das agencias publicitarias não tem acesso aos dados financeiros dos seus clientes, assim sendo obter o índice de retorno do investimento (ROI) é ainda complicado. Uma das formas de medi-lo é através da quantidade de menções positivas espontâneas feitas à marca antes, durante e depois da campanha. Com relação ao custo da produção e execução da campanha, uma pesquisa de maio de 2011, citada por Sarraf, aponta que utilizar as redes sociais pode diminuir em 54% o custo total.

Neste artigo foram apresentados alguns motivos para que as empresas utilizem e acompanhem as redes sociais para difundir a sua marca frente ao mercado, um exemplo disso é a frase, de Erik Qualman autor do livro Socialnomics: How Social Media Transforms the Way We Live and Do Business, citada no vídeo Brazil Social Media Revolution: “Nós não temos a escolha se devemos usar mídia social, a questão é a forma como vamos usá-la”. Em 2009 eram feitas 34 bilhões de consultas ao Google por mês, em 2010 ele foi ultrapassado em tráfego semanal (nos Estados Unidos) pelo Facebook; as redes sociais e a mídia social estão guiando cada vez mais as interações com a internet e com o mundo real. As redes sociais existem a mais de 5 anos, quantos mais tempo as empresas demorarem para utiliza-las mais estragos a sua imagem podem acontecer.

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